Quantidade de Espreitadelas

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Rir...

"Já fui a criança inocente que vê alegria na mais simples das flores e aventura em todas as esquinas. O medo não me tocava pois eu era imortal!
Hoje os meus olhos estão cerrados pelas cortinas da dor e nada vejo.
Quanto à esquina… Evito-a andando em frente, pelos caminhos que já conheço e não me podem surpreender!


Não podemos voltar atrás, isso é um facto mas porque é que temos de deixar de brincar? Porque é que temos de perder essa inocência e espontaneidade que tantas alegrias nos trouxeram e ainda podem trazer?
Talvez porque essa seja a maneira que a sociedade encontrou de nos “meter na linha” e formatar.

Aqueles que resistiram e conseguiram guardar alguma candura e continuaram a dar asas à sua criança interior são olhados com reprovação e crítica.
É claro que ser adulto acarreta uma boa dose de responsabilidades e obrigações, mas o corpo humano consegue albergar de tudo um pouco e, com certeza, que também conseguirá encontrar um pouco de espaço para o nosso lado alegre.

Uma boa gargalhada dada com vontade faz com que recarreguemos baterias, faz com que perspectivemos tudo de uma forma leve, já para não falar no bem que faz aos abdominais!"
 
(Vera Xavier)
 

 

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